O clube francês decidiu não dar prosseguimento ao litígio com Kylian Mbappé, que anteriormente havia recorrido à justiça francesa para cobrar salários e bônus pendentes.
Rodada 23
PSG
22:05
Metz
21 FEB
O Paris Saint-Germain decidiu não recorrer da sentença imposta no final do ano passado pelo Tribunal de Trabalho de Paris, em seu conflito com Kylian Mbappé, pela qual o clube foi condenado a pagar 61 milhões de euros ao jogador do Real Madrid.
"Em nome da responsabilidade e com o objetivo de pôr fim definitivo a um processo que se arrastou por tempo demais, o clube decidiu não prolongar este litígio. O Paris Saint-Germain agora olha decididamente para o futuro, focado em seu projeto esportivo e no sucesso coletivo", detalhou a equipe nesta sexta-feira em um comunicado citado pelo jornal 'Le Parisien'.
O PSG tinha um mês para recorrer da decisão a partir do momento em que foi oficialmente notificado, o que ocorreu por volta de 20 de janeiro, embora a audiência que decidiu o litígio tenha sido em 16 de dezembro passado.
Após sua saída para a Espanha, em termos ruins com sua antiga equipe, Mbappé havia recorrido à justiça francesa para cobrar do PSG salários, bônus e férias não pagos ao término de seu contrato em 2024, data em que se juntou ao Real Madrid.
Conforme exigido pelos juízes, o clube efetuou imediatamente o pagamento de 55 milhões de euros correspondentes ao salário e aos bônus de seus últimos anos na equipe de Luis Enrique.
Faltavam pagar outros 5,9 milhões de euros referentes às férias, sobre os quais o jogador denunciou falta de pagamento. O PSG, no entanto, desmentiu hoje as acusações do atacante.
"Ao contrário das afirmações totalmente falsas do jogador e de seu entorno, o Paris Saint-Germain cumpriu com todas as obrigações que lhe cabem em virtude desta decisão, seja a publicação da sentença, que nunca contestou, ou o pagamento dos valores devidos", declarou Renaud Semerdjian, advogado do clube, no comunicado.


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